Gritos eternecidos de silêncios
Falas que viram falácias
Em fim de eras
Guerras sem motivos lógicos
Humanidade desvairida em ódios
Onde estás oh Deus?
Pra que tanta barbárie?
Só as bárbies restarão intactas
Das faces mutiladas?
Os céus gemerão de gozo?
Duas são as correntes
Resta a ti saber em qual se amarrar
Ritos, retos, ratos, rotos
Ruas com sangue calarão
Tonéis de chop derramarão
Quilos de ervas nos servirão
Em uma bandeja enorme.
Altas sacanagens
Bacanais, orgias
E rebeliões pela glória
De adentrar os céus
Que estarão cinza
De fumaças lindas
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